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Prefeito de Criciúma determina implantação de câmeras em salas de aula dos CEIs da Afasc

Diante de recentes ocorrências que comprometeram a segurança das crianças atendidas em alguns Centros de Educação Infantil (CEI) da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc), o prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola, tomou medidas enérgicas para reforçar a proteção nas unidades escolares. Na última sexta-feira (7), o gestor municipal assinou um termo aditivo ao contrato de gestão com a Afasc, tornando obrigatória a implantação de câmeras de monitoramento em todas as 278 salas de aula das 40 unidades escolares administradas pela entidade.

Segurança e Transparência

A iniciativa, divulgada pelo prefeito em suas redes sociais, visa proporcionar mais segurança a professores, alunos e pais. “Eu estou exigindo que no contrato de gestão com a Afasc tenha a obrigatoriedade de implantar em todas as salas de aula as câmeras de segurança. Trabalho esse, que eu não tenho dúvida nenhuma, que trará muito mais segurança para os professores, para os alunos e também para os pais”, afirmou Vaguinho. O prefeito reforçou que a medida trará mais tranquilidade e contribuirá para a melhoria constante da educação infantil no município.

O Governo de Criciúma reafirmou, em nota oficial, seu compromisso com uma educação infantil de qualidade, ressaltando a importância da segurança no atendimento aos mais de seis mil alunos matriculados nos 40 CEIs gerenciados pela Afasc. A instituição está definindo os próximos passos para a implantação do sistema de videomonitoramento e, em breve, divulgará o cronograma de instalação dos equipamentos.

Ocorrências Recentes Motivarama Medida

A decisão do prefeito foi tomada após dois episódios registrados na semana passada em CEIs da Afasc. No CEI Afasc Beato Aníbal Maria di Frância, no bairro São Francisco, um menino do Grupo 2 (entre um ano e um mês e um ano e 11 meses) saiu sozinho da sala de aula e foi encontrado chorando próximo à grade do pátio, sem supervisão adequada. Em outro caso, na unidade do bairro São Sebastião, uma criança de dois anos ficou ferida após ser mordida múltiplas vezes por um colega, também devido à falta de monitoramento.

Casos semelhantes também ocorreram no ano passado, incluindo agressões registradas por câmeras, queimaduras em bebês e outras situações de negligência. Diante desse histórico, a medida se torna essencial para garantir um ambiente mais seguro e confiável para as crianças e profissionais da educação infantil em Criciúma.

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