O Rio Urussanga deve receber, nos próximos meses, um projeto paliativo com foco em ações emergenciais de limpeza, desobstrução e recomposição de margens. A iniciativa foi alinhada durante reunião técnica realizada nesta semana na Associação dos Municípios da Região Carbonífera, com a participação de representantes de diversos municípios da região.
O encontro definiu estratégias para viabilizar, de forma paralela, tanto medidas imediatas quanto a contratação de um projeto mais amplo e atualizado de desassoreamento — uma demanda histórica do Sul catarinense.
No curto prazo, a prioridade será a execução das intervenções emergenciais, com previsão de início em até três meses. As ações devem melhorar o escoamento da água e preparar o leito do rio para períodos de chuvas intensas, reduzindo o risco de alagamentos nas áreas próximas.
A proposta também prevê avançar, simultaneamente, na construção de uma solução definitiva para o rio, ampliando a capacidade de drenagem e garantindo mais segurança para os municípios da região. “Isso é algo que vai ocorrer em paralelo com o projeto de desassoreamento. Só que esse é um projeto que vai levar mais tempo. Então temos uma outra ação para dar tranquilidade aos municípios e as famílias que vivem no entorno dele”, argumenta o coordenador da Defesa Civil de Morro da Fumaça Natan Felipe de Souza.











































