A safra da tainha começa a movimentar as praias da região. Neste fim de semana, pescadores capturaram toneladas do peixe em balneários de Jaguaruna.
No Arroio Corrente, um lanço de pescadores rendeu mais de duas toneladas.
Na Praia da Figueirinha, outro grupo também teve êxito no lanço ao capturar cerca de 2,4 mil quilos de tainha. O resultado foi comemorado pelos trabalhadores da parelha João Paulo II do Campo Bom, e da parelha Bento, de Balneário Gaivota.
O pescador Joel Nascimento Santana, proprietário da parelha João Paulo II, comemorou a captura dos peixes, porém, afirma que a safra não está atendendo às expectativas.
“A safra está devagar, o peixe passou rápido para o norte, mas pra nós está no limite. Quem for sorteado pelo lanço tem que agradecer. Tem muita embarcação e pouca gente molhou a rede até agora. Ficamos contentes com esse cerco que conseguimos e ficamos na torcida para que o tempo colabore”, afirma.
A pesca artesanal da tainha começou no dia 1º de maio em Santa Catarina. A temporada começou para a pesca de arrasto de praia; em 15 de maio, para a modalidade de emalhe; e neste sábado, 1º de junho, para a pesca industrial.
Neste ano, a pesca artesanal é limitada a uma cota de 586 toneladas, e a industrial, a 480 toneladas, conforme Portaria dos Ministérios da Pesca e Meio Ambiente n° 09, de 1 de março de 2024, que trouxe o quantitativo que poderá ser pescado.
O valor é maior do que no ano passado, quando uma portaria dos ministérios proibiu a pesca industrial e limitou a artesanal a 460 toneladas.
A decisão causou prejuízos de pelo menos R$ 10 milhões à economia catarinense, segundo a Secretaria da Aquicultura e Pesca do Estado.
As coordenadas para a captura da tainha no período da safra de 1º de maio a 31 de julho estão sendo definidas pela Polícia Militar Ambiental do Estado.











































