A decisão de João Rodrigues de antecipar a renúncia da prefeitura para confirmar sua pré-candidatura ao governo de Santa Catarina não é apenas um gesto burocrático. É um recado político claro: a eleição de 2026 começou.
Rodrigues se movimenta antes de muitos adversários e tenta ocupar o espaço de principal contraponto ao governador Jorginho Mello. Ao deixar a prefeitura, ele troca a segurança de uma gestão bem avaliada em Chapecó pela incerteza de uma disputa estadual mas ganha algo essencial em política: tempo de estrada e protagonismo.
O gesto também revela outra leitura estratégica. Rodrigues sabe que, em Santa Catarina, quem pretende governar precisa sair cedo pelo Estado. Construir alianças, ampliar reconhecimento fora do Oeste e consolidar discurso são tarefas que exigem meses de articulação.











































