Do outro lado, o governador Jorginho Mello, do PL, mantém uma aliança estreita com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o que pode atrair apoios de eleitores e lideranças alinhados ao bolsonarismo. Essa conexão reforça o peso do PL no estado, enquanto o PSD busca expandir sua base com lideranças locais e estratégicas.

O ano promete ser agitado, com possíveis desdobramentos nacionais influenciando diretamente os rumos dessa disputa estadual. A definição de alianças, projetos e pautas de impacto será decisiva, e o eleitor catarinense deve acompanhar de perto as articulações que poderão redesenhar o cenário político do estado.
Será interessante observar como os projetos e discursos de cada grupo irão dialogar com as expectativas de renovação e crescimento econômico, que são prioridades para Santa Catarina.











































