Na madrugada desta sexta-feira (13), no horário local — noite de quinta-feira (12) no Brasil —, Israel lançou uma ofensiva militar de grande escala contra alvos estratégicos no território iraniano. A operação, sem precedentes em termos de profundidade e precisão, gerou uma onda de tensão no Oriente Médio e elevou o alerta máximo nas principais capitais globais.
Segundo informações confirmadas pela mídia estatal iraniana, dois nomes de alto escalão do regime foram mortos: o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), general Hossein Salami, e o cientista nuclear Fereydoon Abbasi, ex-chefe da Organização de Energia Atômica do Irã. A perda de Salami representa um golpe sem precedentes para Teerã, uma vez que a IRGC é considerada a força militar e política mais poderosa do país, responsável também por operações externas através da Força Quds e por controlar amplos setores da economia iraniana.
O guia supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, se pronunciou oficialmente após o ataque, classificando a ação israelense como “um erro fatal” e advertindo que Tel Aviv “preparou para si mesmo um destino amargo, que certamente receberá”.
Em resposta imediata, o governo de Israel declarou estado de emergência em todo o território nacional e reforçou a presença militar em cidades estratégicas, além de ordenar o fechamento temporário do espaço aéreo em algumas regiões próximas à Faixa de Gaza e à fronteira norte com o Líbano, onde opera o Hezbollah — aliado direto de Teerã.
O ataque ocorre em meio ao agravamento da crise regional, após sucessivos episódios de troca de mísseis entre o Hezbollah e o exército israelense no sul do Líbano, bem como denúncias recentes de que o Irã avançava significativamente em seu programa de enriquecimento de urânio — o que reacendeu os temores de uma corrida nuclear no Oriente Médio.
O governo norte-americano se pronunciou de forma cautelosa, pedindo “moderação de ambas as partes” e afirmando que “não foi informado previamente” da operação israelense. Fontes diplomáticas europeias, por sua vez, relataram intensa movimentação em bastidores para tentar conter uma escalada direta entre Teerã e Tel Aviv que possa desestabilizar toda a região.
Analistas internacionais avaliam que o assassinato de Salami poderá gerar uma resposta militar iraniana nos próximos dias, seja através de ataques diretos a alvos israelenses ou por meio de milícias aliadas em países vizinhos. O mundo acompanha em estado de alerta o desenrolar desta crise de grandes proporções.











































