Uma equipe técnica da Prefeitura de Criciúma esteve na Escola Municipal José Cesário da Silva, no bairro nossa Senhora da Salete, na manhã desta sexta-feira, dia 15. A visita teve como objetivo principal a avaliação da estrutura do local após uma parte do reboco desprender do teto de uma das salas de aula. O caso foi registro no fim da tarde dessa quinta-feira, dia 14, e uma criança foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para receber atendimento médico. Segundo a prefeitura, a criança está bem e foi liberada pelos médicos pouco depois.
O diretor da Defesa Civil de Criciúma, Fred Gomes, explica que cerca de 1,5 metro de diâmetro de reboco desprendeu da laje de uma das salas de aula e acabou acertando o aluno. “A equipe de engenharia da Defesa Civil e do setor de Infraestrutura esteve na escola e confirmou que a estrutura está ok. Os alunos têm que continuar vindo para a aula. Será avaliada a possibilidade de ter sido um ponto de umidade, ou um choque térmico. Não tem nada que traga risco para a escola”, afirma.
As aulas seguem em ritmo normal na escola nesta manhã. Apenas a sala de aula onde aconteceu o desprendimento foi isolada até que os estudos sejam feitos. “Os alunos foram transferidos para outra sala e continuam estudando. A responsável pela edificação e construção também está aqui, e a princípio, pelo que os engenheiros viram, não há problema visível. Por segurança, será feita uma vistoria detalhada de todo o reboco da escola”, explica o secretário de Educação de Criciúma, Celito Cardoso.
Preocupação com notícias falsas
Entre as preocupações destacadas pelo diretor da Defesa Civil, Fred Gomes, está a propagação de notícias falsas sobre o assunto. “Ontem começaram a ‘pipocar’ informações que não são verdade, e virou uma bola de neve. Os pais que desejarem uma informação oficial, principalmente neste momento que envolve uma estrutura, podem ligar para o 199 e falar com a Defesa Civil. Por este canal daremos a informação oficial”, destaca.
De acordo com Gomes, as escolas do município têm estruturas novas ou que passaram por reformas. “Essa escola, por exemplo, tem cerca de sete anos. É nova. Os alunos tem que estar na escola. É um ambiente seguro e tranquilo”, conclui.
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