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Ousmane Dembélé conquista a Bola de Ouro 2025 em temporada histórica

Alvo de piadas por ser o “substituto” de Neymar no Barcelona, tratado como uma promessa que não vingou e até afastamento no PSG há menos de um ano. Esse é um pequeno resumo do que foram os últimos anos de Ousmane Dembélé, que agora vive o auge da carreira: acaba de ser eleito o melhor jogador do mundo na temporada 2024/25 pela Bola de Ouro.

A consagração do camisa 10 dos parisienses veio em seu país natal nesta segunda-feira (22), em cerimônia da revista “France Football”, realizada em Paris, na França. O atacante reuniu tudo o que o dono desse tipo de premiação individual precisa: números, poder de decisão e títulos conquistados.

Mesmo em um time tão coletivo como o gigante da capital francesa treinado por Luis Enrique, Dembélé conseguiu deixar sua assinatura nas campanhas da Ligue 1, da Copa da França e, obviamente, da primeira Champions League conquistada na história do clube. Não é absurdo dizer que a Tríplice Coroa não poderia acontecer se não fosse o jogador de 28 anos. Isso deve ter sido o que mais pesou para superar Lamine Yamal e Raphinha, ambos do Barcelona.

Temporada 2024/25 de Ousmane Dembélé:

  • 53 jogos, 35 gols e 16 assistências
  • Campeão da Ligue 1, Champions League, Copa da França e Supercopa Francesa

Em todas as eliminatórias do título europeu do Paris em 24/25, dos playoffs à final, o Bola de Ouro 2025 participou de gols. Foram dois tentos marcados contra o Brest, mais um que levou as oitavas contra o Liverpool aos pênaltis e outro que abriu a semifinal frente ao Arsenal.

As assistências também foram um capítulo a parte, distribuindo duas nos dois duelos com o Aston Villa, uma contra os Gunners e mais duas na decisão que a Internazionale foi atropelada por 5 a 0.

A capacidade de marcar e assistir de Dembélé se explica pela escolha de Enrique em firmar o atleta como falso nove, sendo o atacante mais centralizado tendo Kvaratskhelia e Doué (ou Barcola) nas pontas. Como a função pede, o francês flutuava pelos lados do campo, voltava para apoiar os meio-campistas — abrindo espaço para algum colega ocupar aquele espaço — e atacar em velocidade às costas da defesa adversária.

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