Vitória volta a preocupar o Criciúma: dívida por Claudinho segue sem pagamento e novos problemas aparecem

A torcida do Criciúma acompanha com atenção  e certa irritação mais um capítulo envolvendo o Vitória, clube que ainda não quitou cerca de R$ 3 milhões pela compra do lateral Claudinho. A pendência, que já se arrasta, volta ao noticiário em meio a novos problemas financeiros do clube baiano, aumentando a preocupação do torcedor carvoeiro sobre quando (e se) o valor será finalmente pago.

Para o Criciúma, o caso é relevante não só pela cobrança, mas também pela necessidade de fortalecer o caixa após reconstrução. Ver o clube credor mantendo estabilidade depende, também, de receber o que lhe é devido.

Erick vira novo foco de crise no Vitória

Como se a dívida com o Tigre não bastasse, o Vitória ainda mergulhou em outra polêmica: a utilização do atacante Erick na partida contra o São Paulo — clube com o qual ele tem contrato. A escalação infringiu cláusula de empréstimo, gerando uma multa de R$ 1 milhão que o rubro-negro baiano não pagou de imediato.

A situação expôs novamente os problemas de gestão financeira do Vitória e aumentou a pressão da sua própria torcida, que teme perder Erick sem receber nada, além de temer mais bloqueios ou punições.

Para o torcedor do Criciúma, esse cenário acende um alerta: se o Vitória não consegue arcar com obrigações atuais, quando quitará o valor devido por Claudinho?

Mais pendências: Wellington Rato entra na lista

Outro nome que surge na crise baiana é Wellington Rato, que também teria pendências de pagamento envolvendo o Vitória. Embora não tenha relação direta com o Tigre, a notícia reforça a percepção de que o clube segue acumulando compromissos não resolvidos, o que pode afetar, por tabela, credores como o Criciúma.

Torcida do Vitória pressiona — e torcida do Criciúma observa

Enquanto a torcida rubro-negra pressiona a diretoria por transparência e pede que Erick não seja vendido, os carvoeiros acompanham tudo de perto, lembrando que Claudinho foi um atleta importante no Heriberto Hülse e que a venda deveria retornar em forma de reforço financeiro ao clube.

A insatisfação cresce porque, até agora, nenhuma sinalização concreta de pagamento foi confirmada pelo Vitória.

Para o Tigre, a postura segue a mesma: cobrar o que é devido, manter o profissionalismo e aguardar que o Vitória resolva seus problemas internos.

Já entre os torcedores do Criciúma, o sentimento é claro: há impaciência, há quem veja desrespeito e há quem espere providências mais duras caso o clube baiano não avance no pagamento.

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